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Vacina contra gripe: veja as mudanças

A vacinação é a melhor forma de evitar novos rumores dessa doença. Veja as fundamentais mudanças na vacina.

Vacina contra gripe: veja as mudanças
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Anote em algum lugar: no dia 23 de abril de 2018 inicia-se a Campanha Nacional de Vacinação contra o Influenza, estratégia do Ministério da Saúde para abaixar os impactos da gripe em todo o Brasil. O Dia D, visto como a data mais importante de mobilização brasileira, está marcado para 12 de maio, um sábado.

O objetivo era iniciar os trabalhos uma semana antes, no dia 16 de abril. Porém, alguns empecilhos de fabricação e logística atrasaram a distribuição da vacina. Apesar da demora, o ministério garante que a troca de datas não trará problemas sérios, uma vez que a campanha terá início ainda no outono, antes de o inverno começar, quando o número de doentes sobe de verdade.

Se você é uma das pessoas que faz parte dos grupos de risco para complicações da doença (veja mais abaixo), sua participação é de extrema importância. A gripe é uma doença perigosa, que mata cerca de 650 mil cidadãos todos os anos, segundo uma recente pesquisa da Organização Mundial da Saúde (OMS). Além de causar sintomas horríveis — febre alta, nariz entupido, cansaço e dor no corpo —, a doença, também, está por trás de complicações como pneumonia e infarto.

Quem deve tomar a vacina:

Se compararmos com o ano de 2017, não teremos nenhuma alteração em relação ao público que deve tomar a vacina. A escolha desses grupos é decorrente do fato deles serem mais frágeis aos efeitos da gripe e sofrerem mais com os sintomas e da mesma.

A lista inclui:

  • Crianças de 6 meses a 5 anos
  • Gestantes
  • Mulheres que deram à luz nos últimos 45 dias
  • Profissionais da saúde
  • Professores da rede pública e particular
  • População indígena
  • Portadores de doenças crônicas, como diabetes, asma e artrite reumatoide
  • Indivíduos imunossuprimidos, como pacientes com câncer que fazem quimioterapia e radioterapia
  • Portadores de trissomias, como as síndromes de Down e de Klinefelter
  • Pessoas privadas de liberdade
  • Adolescentes internados em instituições socioeducativas, como a Fundação Casa

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