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Tratamento experimental é divulgado para esclerose múltipla

Estudo foi realizado em hospitais universitários, inclusive no Brasil.

Tratamento experimental é divulgado para esclerose múltipla
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Um teste experimental, com o objetivo de bloquear o avanço da esclerose múltipla foi realizado por profissionais da Universidade Northwestern, em Chicago (EUA). Aproximadamente 100 pessoas acometidas pela doença participaram do estudo que envolveu hospitais universitários nos Estados Unidos, Inglaterra, Suécia e Brasil.

Os resultados foram favoráveis quando comparados com métodos convencionais. Com um grupo de 52 pessoas, somente três apresentaram maus resultados após três anos do procedimento. Já outro grupo estudado com cerca de 50 pacientes, 30 apresentaram piora.

O tratamento estudado pretende interromper o ataque do sistema imunológico às células do cérebro de uma forma inédita: primeiro seria feita a destruição e depois a reconstrução dessas células.

O que é a esclerose múltipla?

A esclerose múltipla é uma doença em que o próprio sistema imunológico do indivíduo destrói a parte cobre e protege os nervos. Por ser uma doença autoimune pode afetar outras áreas além do cérebro como os nervos ópticos e o sistema nervoso central.

As lesões podem causar no paciente problemas na comunicação do cérebro com o corpo. Outras sintomas apresentado na esclerose múltipla são a perda visão, problemas na coordenação motora, fadiga entre outros.

Os fatores de risco que englobam seus pacientes estão a: idade, sexo, histórico familiar, etnia, regiões geográficas e históricos de doenças autoimune como o diabetes.

Entre os tratamentos convencionais da esclerose múltipla estão medicamentos, fisioterapia e repouso durante crises mais agudas.

Ações do tratamento experimental

No período do tratamento experimental há uma coletada de células-tronco do paciente, disponíveis no sangue e também na medula óssea.

Após a coleta dessas células são ministrados fortes medicamentos para quimioterapia para auxiliar na remoção total do sistema imunológico, fazendo com que a inflamação no cérebro seja interrompida. Assim, as células-tronco que foram coletadas são introduzidas novamente no paciente, ajudando a reconstruir seu sistema imunológico.

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