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Segundo caso positivo de chikungunya é confirmado em Marília

O caso foi confirmado pela prefeitura da cidade, a vítima é uma criança de 6 anos de idade.

Segundo caso positivo de chikungunya é confirmado em Marília
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A prefeitura de Marília (SP) informou o segundo caso afirmativo de chikungunya na cidade neste ano. De acordo com o setor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria da Saúde, a vítima foi uma criança de 6 anos, residente na Vila Altaneira, zona leste da cidade.

primeiro caso do ano foi informado a pouco tempo e refletiu-se sobre um senhor de 65 anos, residente do mesmo lugar da criança, citada agora pouco.

O senhor que teve a notificação afirmativa da doença faleceu de forma estranha, porém, a prefeitura divulgou que a chikungunya não foi considerada como a causa da morte.

A Criança de 6 anos identificada com passa bem – segunda a Prefeitura – e está sendo monitorada por um grupo da Unidade de Saúde da Família (USF) da Vila Altaneira.

Desde que o primeiro caso da doença foi confirmado, a Divisão de Zoonoses deu origem a métodos de bloqueio do bairro. Os grupos norteiam os moradores para o valor da extinção dos criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor não só da chikungunya, mas, também, da dengue e da zika.

Sintomas

Segundo o Ministério da Saúde, os principais sintomas da chikungunya são dor de cabeça moderada, manchas vermelhas que surgem no 1º ou 4º dia em pelo menos 50% dos casos, febre alta superior a 38°C por dois ou três dias, coceira leve, dor muscular e inchaço nas articulações.

Geralmente, a chikungunya tem evolução positiva e o paciente se recupera sem danos à saúde. Entretanto, em alguns casos mais raros é possível ocorrer repercussão neurológica, como encefalites, Guillain-Barré, mielite, etc.

O serviço de saúde orienta às pessoas que apresentarem os sintomas, a procurar um serviço centro médico e não tomar medicamentos sem uma orientação médica. A forma mais eficaz para a prevenção é a eliminação dos criadouros dos mosquitos Aedes aegypti.

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