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Remédio contra câncer tem aprovação inédita no Brasil

O Brasil é o país pioneiro no mundo em aceitação do remédio de última geração.

Remédio contra câncer tem aprovação inédita no Brasil
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O Brasil é conhecido como um país onde as coisas normalmente demoram a chegar, onde a saúde chega a ser precária e a inovação para os pacientes é muito morosa, porém, um novo remédio contra o câncer foi aprovado em terras brasileiras primeiro que em qualquer outro país.

Prescrito para quem está em tratamento contra o mieloma múltiplo, uma espécie de câncer no sangue, o remédio chamado daratumumabe passou a ser distribuído pela farmacêutica Janssen. Ele é uma alternativa para quem não pode fazer o transplante autólogo de medula óssea.

De acordo com o hematologista Breno Moreno Gusmão, o remédio já vinha sendo prescrito no Brasil para quem já havia passado por outros tratamentos, mas agora ele também entra em primeira linha no arsenal terapêutico.

Medicamento contra o câncer é aprovado no Brasil

Ou seja, o medicamento já pode ser usado logo após a descoberta do mielonoma, que amplia o seu uso pelos pacientes. Vale lembrar que ele é prescrito para quem não pode fazer o transplante autólogo de medula.

Neste procedimento, os médicos colhem parte da medula óssea do próprio paciente e, após vários remédios para o tratamento serem introduzidos no corpo do paciente, eles reintroduzem a medula.

Esta técnica tem como principal objetivo repovoar as células sanguíneas, que são necessárias para a sobrevivência após a fase mais agressiva do tratamento tradicional.

“O problema é que, por envolver efeitos colaterais consideráveis, muitos pacientes não podem se submeter ao transplante”, detalhou Breno.

O benefício do remédio será mais mais observado entre os idosos com mais de 60 anos, maiores vítimas da doença, que costumam ter a saúde mais fragilizada e não podem normalmente passar pelo procedimento da medula.

Estima-se que mais de 7 mil brasileiros manifestam a doença todos os anos e esta liberação da Anvisa mudará a vida destas pessoas.

Em estudos analisados pela Anvisa, o remédio aplicado com outros fármacos reduziu em 50% o risco de progressão da doença em comparação aos medicamentos usados atualmente.

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