O Jornal da Saúde é um site de portal de notícias online com o objetivo de trazer assuntos relacionados sobre saúde e bem estar.

Prótese neural melhora memória por meio de técnica invasiva

A técnica aproveitou pacientes que contam com eletrodos implantados no cérebro para estudo da epilepsia.

Prótese neural melhora memória por meio de técnica invasiva
5 (100%) 1 voto Gostou Do Artigo?Deixe Seu Voto

Parece até coisa de filme de ficção científica mas não é, os cientistas conquistaram sucesso com a implementação de um sistema protético que usa padrões da memória do ser humano para facilitar a capacidade de recordação de acontecimentos.

Para deixar claro, as ondas neurais da pessoa são lidas, tratadas por um programa de computador e depois reinseridas no cérebro do paciente, criando uma melhoria na memória.

Foi feito um estudo piloto e ficou provado que o desempenho da memória de curto prazo dos participantes apresentou melhoria de 35 a 37% em relação aos testes anteriores.

O incrível experimento é um marco para a ciência, pois essa é a primeira vez que cientistas conseguiram identificar o código da célula do cérebro do paciente, seu padrão de memória e copiar este cálculo no código para melhorar o funcionamento da memória.

Este é um passo importantíssimo para a restauração de vítimas de perda de memória, o professor Robert Hampson, do Centro Médico Wake Forest, dos Estados Unidos, demonstrou animação com a novidade.

O experimento com a prótese neural pode ajudar vítimas do Alzheimer

O experimento teve como principal objetivo a otimização da memória episódica, o que normalmente é perdido por quem sofre de Alzheimer, derrame ou traumatismo craniano.

Essa memória é uma informação nova e útil por pouco tempo, como o local onde você deixou o seu celular, por exemplo.

A memória de referência são as informações mantidas e usadas por um longo tempo, como cálculos matemáticos e o nome de seus conhecidos.

Os pesquisadores escolheram oito pacientes que tem epilepsia e já participam de um projeto de mapeamento cerebral, que usa eletrodos implantados cirurgicamente em várias partes do cérebro para identificar a fonte das convulsões.

Usando um sistema desenvolvido pela equipe, os pesquisadores influenciaram padrões de disparo dos neurônios no hipocampo, parte do cérebro que cria novas memórias.

Assim, foram registrados os padrões neurais dos pacientes enquanto eles realizavam uma tarefa de memória no computador.

 

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.