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Programa Mais Médicos foi um sucesso em redução de desigualdade, aponta OPAS

Programa do governo Dilma conseguiu reduzir a desigualdade na saúde, segundo a OPAS.

Programa Mais Médicos foi um sucesso em redução de desigualdade, aponta OPAS
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O Governo Dilma Rousseff foi muito criticado quando anunciou o programa Mais Médicos, criado em 2013, porém, de acordo com a avaliação da Organização Pan-Americana da Saúde, o OPAS, o programa foi “um sucesso”.

O anúncio aconteceu durante a Convenção Internacional de Saúde de Cuba deste ano, que foi realizada na última semana.

Na convenção, os especialistas levaram ao público os dados que demonstram como a iniciativa se baseou nos princípios da saúde, fazendo com que a desigualdade no ramo seja reduzida.

Segundo o OPAS, a iniciativa ainda fortaleceu a cooperação internacional no hemisfério sul. O Mais Médicos tem como principal iniciativa levar profissionais da saúde para áreas afastadas, como no interior e em periferias.

O programa do governo prevê melhorar a infraestrutura na saúde, prover emergência de médicos brasileiros e estrangeiros, seja por intercâmbio individual ou por meio de acordo com o OPAS.

O Mais Médicos ainda em como eixo de composição o direcionamento de mais vagas aos cursos de medicina e nas residências médicas.

Sucessos do Mais Médicos

Em seu primeiro ano, o programa aumentou a atenção básica da saúde de 10,8 para 24,6%. A cobertura para a saúde populacional aumentou de 62,7 para 70,4% no mesmo período.

De acordo com pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais em parceria com o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas, 81% dos entrevistados possuem baixa renda e 95% afirmam estar satisfeitos com o programa.

Em dois anos, as consultas médicas no programa Saúde da Família aumento 33% em municípios que participaram da iniciativa.

Em 2015, mais de 70% dos município do Brasil faziam parte do programa. Houve a fixação de profissionais, o que reduziu a rotatividade de médicos.

Segundo o Escritório das Nações Unidas e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, o programa “é replicável e seria potencialmente benéfico em qualquer país que decidisse adotá-lo”

Os investimentos feitos, segundo a avaliação das Nações Unidas, trarão benefícios a longo prazo.

 

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