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Poluição do ar está afetando vida de crianças, segundo estudo

A poluição do ar na gravidez está causando pressão alta nas crianças.

Poluição do ar está afetando vida de crianças, segundo estudo
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Em um estudo muito importante para a história da humanidade realizado na Escola de Saúde Pública Johns Hopkins Bloomberg, foi descoberto que o ar poluído está causando prejuízos para a vida de crianças.

De acordo com os pesquisadores, os pequenos que ainda possuem entre 3 e 9 anos de idade estão apresentando maior risco de pressão alta.

Os dados ligaram filhos de mães que foram expostas à poluição do ar durante o terceiro trimestre da gravidez. A diferença é significativa se for comparada àqueles cujas mães estavam em regiões de ar mais limpo.

Esta foi a primeira investigação científica a conseguir provar que a inalação de materiais particulados finos podem causar problemas em crianças ainda na gestação.

Esta propriedade causa prejuízos para a  para o organismo humano, causando condições médicas severas e passando de mãe para o filho.

Crianças com pressão arterial alterada tem maior propriedade de sofrer de hipertensão mais tarde, além de problemas cardíacos.

Análise sobre poluição preocupa

Em dados de mais de 1290 mães e filhos dos Estados Unidos, os pesquisadores estudaram estas pessoas do nascimento da criança.

O dado de exposição foi determinada em base da concentração diária de partículas registradas pela estação de qualidade do ar que faz o monitoramento.

Inalar a substância presente no ar contaminado é conhecido por causar muitos problemas de saúde a curto e longo prazo, ligados sempre a mortes prematuras.

O limite seguro para a exposição ao PM, de acordo com as diretrizes de Qualidade do Ar da OMS, o limite seguro não pode ser superior aos 10 µg /m3 por dia ao longo do ano e não mais que 25 µg / m3 durante um período de 24 horas.

A cada 5 µg a mais no metro cúbico, existe um aumento de 47% no risco. O motivo é baseado na exposição do terceiro trimestre.

São necessárias ainda mais pesquisas dobre o assunto, já que eles mesmos admitem que o estudo mostra uma correlação limitada, que depende apenas de uma leitura de pressão de cada criança.

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