O Jornal da Saúde é um site de portal de notícias online com o objetivo de trazer assuntos relacionados sobre saúde e bem estar.

Pílula anticoncepcional: para que serve, como tomar e contra indicação

A pílula anticoncepcional é formada por duas substâncias (estrogênio e progestina) que, combinadas.

A pílula anticoncepcional é o mais eficaz método contraceptivo existente e é utilizado por mais de 100 milhões de mulheres em todo o mundo. A cultura de cada país e a idade, estado civil e educação dessas mulheres são fatores que determinam o seu uso. Por exemplo, no Reino Unido um quarto das britânicas entre 16 e 49 anos são usuárias da pílula anticoncepcional, enquanto que no Japão somente 1% das japonesas fazem uso dela. 

A pílula anticoncepcional é formada por duas substâncias (estrogênio e progestina) que, combinadas, inibem os eventos que levam à ovulação. Durante 21 ou 24 dias, a mulher toma a pílula e depois faz uma pausa, ficando alguns dias sem toma-la (7 para 21 dias e 4 para 24). Durante esse período, o chamado “sangramento de suspensão” deve ocorrer e depois inicia-se um novo ciclo.

Como usar a pílula anticoncepcional

A maior utilidade da pílula anticoncepcional é ser um contraceptivo, mas ela pode ser usada também para o tratamento de algumas doenças, como síndrome dos ovários policísticos, endometriose, adenomiose e dismenorreia. Formas leves ou moderadas de Acne são frequentemente tratados pelos contraceptivos orais. A pílula anticoncepcional também pode regular a menstruação.

Riscos

O principal risco das pílulas diz respeito à trombose venosa. Elas retardam a circulação de sangue nas veias das pernas e, por isso, facilitam a formação de coágulos, um caminho para a doença. Estudos recentes apontam o etinilestradiol (nome científico do estrogênio) como vilão desse risco e, por isso, recomenda-se o uso de pílulas com doses mais baixas dele. O ideal é o uso das que possuem maiores doses de levonorgestrel (progestogênio).

Importante deixar claro que a pílula anticoncepcional não protege de doenças sexualmente transmissíveis, como a AIDS ou papiloma.

Contraindicações

Apesar do senso comum afirmar que as pílulas engordam e causam câncer, sua única contraindicação é a uma ligeira tendência para a retenção de água, o que varia muito de mulher para mulher. O risco da trombose também existe, porém o mais recomendado é uma visita ao ginecologista. Só ele pode informar e prescrever a melhor solução para as necessidades individuais de cada mulher.

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.