O Jornal da Saúde é um site de portal de notícias online com o objetivo de trazer assuntos relacionados sobre saúde e bem estar.

Osteoporose: dieta ajuda reduzir perda óssea, conheça!

Dieta mediterrânea é a responsável por ajudar os pacientes com osteoporose.

Osteoporose: dieta ajuda reduzir perda óssea, conheça!
5 (100%) 1 voto Gostou Do Artigo?Deixe Seu Voto

Com o avanço dos estudos e também da tecnologia, podemos atestar que os humanos estão muito próximos de conquistarem uma maior qualidade de vida. Os pacientes de osteoporose, por exemplo, conquistaram uma nova alidada na luta contra a doença.

De acordo com pesquisa publicada pela Universidade de East Anglia, Inglaterra, uma dieta mediterrânea, que conta com alimentos baseados em azeite, frutas, legumes, peixes e cereais, podem reduzir a perda óssea nos pacientes.

Publicada no American Journal of Clinical Nutrition, a pesquisa contou com mais de mil voluntários com idades entre 65 a 79 anos.

Estes pacientes estudados foram separados em dois grupos, onde um seguiu a dieta citada e o outro manteve a sua alimentação normal.

Os resultados demonstraram após doze meses de estudo que o cardápio mediterrâneo não teve impacto em quem tem a densidade óssea normal, mas criou um resultado positivo em quem tem osteoporose.

Descoberta pode ajudar pacientes com osteoporose

As pessoas que não se alimentaram com a nova dieta, mantendo o seu menu normalmente, teve uma redução na densidade óssea do esqueleto.

Quem passou pela dieta contou com um aumento de densidade óssea no colo do fêmur, esta área é a responsável pela conexão do osso da coxa à articulação do quadril.

Uma das autoras deste estudo que promete trazer mais qualidade de vida a pacientes em todo o mundo, Susan Fairweather-Tait, informa. que esta é uma região muito sensível para quem tem osteoporose, já que a perda óssea no colo femoral é uma causa frequente de fratura no quadril.

De acordo com a pesquisadora, os ossos humanos demoram um certo tempo para se formarem, e era esperado que os resultados fossem menores que os conquistados com o estudo.

“O teste de 12 meses, apesar de ser um dos mais longos até o momento, era [considerado] relativamente curto para mostrar algum grande impacto. Então, o fato de vermos uma diferença marcante entre os grupos, mesmo que em apenas uma área, é significativo.”

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.