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Números de sífilis cresce durante o carnaval de Salvador

Em suma maioria os infectados são do sexo masculino.

Números de sífilis cresce durante o carnaval de Salvador
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As DSTs são reconhecidas pelo Brasil e pelo mundo por conta dos danos que elas causam. Para ajudar na luta contra as DSTs, o governo elaborou testes velozes para encontrar as doenças.

O Projeto Fique Sabendo, idealizado pela Secretaria Municipal da Saúde no período de carnaval para a descoberta de doenças sexualmente transmissíveis, mostrou que dos mais de 6 mil exames consagrados neste período, mais de 20 tiveram resultados positivos para Hepatites, 40 para HIV e mais de 200 para Sífilis.

Segundo a Secretaria de Comunicação, a grande parte dos casos confirmados diz respeito a foliões, homens. “É importante frisar que eles, os homens, são os que mais realizaram exames, cerca de 32,3% em relação as mulheres.

Os exames velozes, realizados com uma gota de sangue ou saliva, após a coleta o indivíduo descobre em poucas horas se é portador de alguma doença. Em casos positivos, o indivíduo é encaminhado ao hospital mais próximo para realizar exames mais concretos e confirmatórios. Depois da confirmação, a pessoa é aconselhada a iniciar o tratamento.

Os casos de sífilis não param de crescer no Brasil

Os números referentes à doença afligem as autoridades de saúde, ao mostrar que entre 2015 e 2016, a sífilis cresceu consideravelmente, estima-se que o crescimento da doença nesse período tenha sido de mais de 27% (entre as grávidas)

Conforme o Ministério da Saúde, um dos fatores para o crescimento dos casos de sífilis é a diminuição de penicilina (medicamento utilizado para tratar a doença) em escala global. Esse contexto existe a anos, e acarretam inúmeros casos da doença no Brasil.

Em 2016, foram registrados mais de 87.593 casos de sífilis contraídas em todo o Brasil, com taxa de detecção de 42,5 casos por 100 mil habitantes. Já em grávidas, o número de detecção da sífilis foi de 12,4 casos a cada 1.000 nascidos com vida, levando em conta o total de 37.436 casos da doença. Com relação à sífilis congênita (em bebês), em 2017 foram notificados 20.474 casos da doença, um número de incidência de 6,8 por 1.000 nascidos vivos.

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