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Lectinas: o que é, para que serve, fontes de alimentos e efeitos

Hoje falaremos sobre uma desses elementos que podem auxiliar o nosso organismo a ter um melhor desempenho metabólico, as LECTINAS.

Lectinas: o que é, para que serve, fontes de alimentos e efeitos
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Muito do que necessitamos para um bom funcionamento do nosso organismo pode ser encontrado em alimentos que estão no cotidiano. Esses alimentos podem nos fornecer vitaminas e proteínas que auxiliam o nosso corpo a funcionar bem, ou até a atingir resultados mais significantes, dependendo do alimento.

Hoje falaremos sobre uma desses elementos que podem auxiliar o nosso organismo a ter um melhor desempenho metabólico, as LECTINAS.

Se você quer conhecer um pouco mais sobre esta proteína continue a leitura do nosso artigo e obtenha mais informações sobre ela.

O que são lectinas?

As lectinas são proteínas encontradas facilmente na natureza, porque muitas plantas e animais a tem (30% dos alimentos que ingerimos tem boa quantidade de lectinas). Você pode encontra-las comumente em grãos e legumes. Quando ingeridas, ligam-se aos carboidratos e formam o que é chamado de glicoproteínas (dá suporte às funções normais do sistema imunológico e regula os níveis de proteína presentes no sangue).

Vários alimentos, como grãos e verduras, apresentam bons níveis de lectina. Eles auxiliam nas funções metabólicas, ajudam o sistema imunológico, combatem várias bactérias e equilibram os níveis de proteína no sangue.

Entretanto, o consumo em excesso da lectina pode causar alguns problemas. Por este motivo acaba gerando incertezas entre alguns círculos de especialistas. Mas existem muitas outras pessoas que defendem que os benefícios da lectina superam seus efeitos possivelmente nocivos à saúde. Elas alegam que se os devidos cuidados forem tomados pode haver sim o consumo de forma tranquila dos alimentos com níveis altos de lectina.

Além disso, a lectina ajuda a combater infecções fúngicas e virais, bloqueando o crescimento de fungos que causam as infecções. Há estudos que mostram que a lectina pode ter propriedades anticancerígenas, pois ela modifica células imunológicas específicas e altera as vias de sinalização para ajudar a matar as células cancerígenas e bloquear o crescimento do tumor (Cell Proliferation, 2015).

Exemplos de alimentos ricos em lectina

Todos os alimentos listados abaixo são ricos em lectina. Lembrando que seu consumo não deve ser exagerado porque pode haver algumas más consequências quando consumido em excesso. Os alimentos abaixo são bem comuns no nosso dia-a-dia, como vocês poderão ver, então não será tão difícil ter acesso aos benefícios da lectina em sua dieta. Confira abaixo quais são os alimentos:

  • Feijão: Uma das principais fontes de lectinas, especialmente o feijão vermelho porque contém carboidrato de baixo índice glicêmico, rico em proteínas, fibras, vitaminas como a K1 e minerais vitais, como ferro e potássio. Cozinhe bem o feijão para afastar os risco (cru ou pouco cozido pode causar efeitos nocivos, listados mais abaixo) e dessa forma aproveitar os nutrientes que ele oferece para a saúde.
  • Soja: Aplicando um bom cozimento, assim como no caso do feijão, é possível obter várias vitaminas e minerais, como molibdênio, fósforo e tiamina, além das isoflavonas, que é associada à prevenção do câncer e à diminuição do risco de osteoporose.
  • Tomates: Além dos benefícios ligados a lectina eles também fornecem a ingestão de fibras, vitamina C, potássio, folato e vitamina K1, além do licopeno, que é um antioxidante capaz de reduzir a inflamação e pode ajudar no combate ao câncer.

Além dos alimentos citados acima também podemos incluir:

  • Batatas, amendoim, berinjela, lentilhas, pimentas, ervilhas, batata-doce, abobrinha, cenoura, ruibarbo, beterraba, cogumelos, aspargos, nabos, pepinos, abóbora, pimentão e rabanete.
  • Frutas: laranjas, limões, romã, uvas, cerejas, maçãs, melancia, banana, mamão, ameixas e groselhas.

Efeitos nocivos da lectina

De forma moderada não há riscos quanto ao consumo da lectina. Os efeitos abaixo são apenas para quem consumir em excesso os alimentos que contenham lectina.

  • Inchaço abdominal;
  • Vômito;
  • Diarreia;
  • Prisão de ventre;
  • Gases;
  • Fadiga;
  • Dores nas articulações;
  • Desconforto no estômago;
  • Alterações na pele.

Mas para que você possa certeza da integração dos alimentos contendo lectina em sua dieta, se possível, consulte um profissional de nutrição e obtenha mais informações.

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