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Invenção aproxima exame no consultório da realidade

O exame no consultório é uma forma de encurtar o processo de detecção de doenças.

Invenção aproxima exame no consultório da realidade
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Uma equipe da Universidade Nacional de Cingapura inventou uma maneira mais rápida e barata de diagnosticar doenças de forma precisa e competente.

O professor Zhang Yong desenvolveu com a sua equipe um pequeno chip microfluídico que consegue detectar quantidades pequenas de biomoléculas sem a precisão de equipamentos de uso complicado, sem laboratório ou pessoal especializado, tornando o processo rápido e barato.

Atualmente, quando você vai ao laboratório para fazer um exame e pegar o resultado do mesmo, os médicos e técnicos utilizam métodos sofisticados para detectar partículas como DNA, proteínas, vírus e vesículas extracelulares, do tamanho nanômetro.

Normalmente, a detecção e quantificação das biomoléculas é feita utilizando ensaios colorimétricos, assim como por marcação fluorescente com um anticorpo secundário, que é detectado em microscópios.

O biochip é considerado um exemplo de “diagnóstico revolucionário”, de acordo com o próprio professor Zhang.

Resultado do exame deve sair mais rápido

Ele poderá detectar as proteínas e vesículas com sensibilidade em nanoescala em uma concentração baixa como 10 ng/mL e 3,75 ng/mL.

Ele é minúsculo: pesa apenas 500 mg e tem 6 mm de largura apresentando-se como uma abordagem atraente para o uso de diagnósticos no local de atendimento.

A nova técnica não depende mais da rotulagem florescente, ele usa mudanças laterais na posição de um substrato de microesfera para contabilizar as biomoléculas.

Isso é feito com base apenas nas mudanças de força e tamanho da superfície dispensando qualquer equipamento externo.

Por conta do uso do deslocamento lateral, as nano-biomoléculas podem ser encontradas de forma mais rápida. Ela é feita em tempo real, o que torna o diagnóstico menos demorado.

As técnicas ainda podem ser estendidas a muitos outros tipos de nano-biomoléculas, incluindo ácido nucleico e detecção de vírus.

“Para complementar esta tecnologia de biochip, também estamos desenvolvendo uma bomba microfluídica portátil baseada em smartphone para tornar portátil toda a plataforma de detecção, para [viabilizar] diagnósticos de doenças fora do laboratório. Esperamos desenvolver ainda mais essa tecnologia para viabilizar sua comercialização,” afirmou o prof. Zhang.

 

 

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