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Governo Michel Temer reduz repasse de remédios para economizar quase R$ 1 bi

Os remédios seriam repassados para o programa Farmácia Popular.

Governo Michel Temer reduz repasse de remédios para economizar quase R$ 1 bi
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O Brasil passa por uma crise financeira e isso vem fazendo com que o Governo Federal estude sobre o que realmente é prioridade.

Um dos pontos que vem gerando críticas e até assustando muitos contribuintes é a alteração na forma de trabalho da União com o programa Farmácia Popular.

Inclusos na lista dos remédios que serão reduzidos estão medicamentos para o tratamento de doenças graves como hipertensão, diabetes e asma.

De acordo com o Ministério, a mudança não vai alterar a vida do paciente. A decisão foi tomada dias após Ricardo Barros deixar o posto de ministro da Saúde para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados.

O valor repassado para insulina também vai passar por alteração. Segundo o portal UOL, o reembolso para as farmácias será calculado com base no preço pago pelas comprar públicas.

Repasse de remédios pode ser prejudicado?

Acima desse valor será acrescido 40% como margem de lucro e ICMS. A verba que o governo desembolsa, de acordo com o órgão, é 152% maior com o Farmácia Popular que com o SUS.

Para 2018, o orçamento do Farmácia Popular é estimado em R$ 2,8 bilhões. O programa inclui 42 produtos, 26 são distribuídos de forma gratuita e os demais contam com descontos de até 90%.

O presidente executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos de São Paulo, Nelson Mussolini, as mudanças irão desordenar o setor e por o programa em risco.

“Não entendemos por que isso foi feito sem debate. Desde janeiro o ministro Ricardo Barros já havia anunciado a intenção de fazer as mudanças. E alertamos sobre os riscos de fazer isso de forma apressada”.

A medida provocou uma reação negativa do setor industrial e comercial varejista de medicamentos. A Interfarma, Febrafar, Abrafarma, Simdusfarma, Farmabrasil e Prógenéricos assinaram uma nota que afirma que esta é uma mudança “não parece oportuna ou sensata”.

“O setor privado quer essa discussão. Mas quer, ao mesmo tempo, garantir que a população brasileira não será gravemente afetada por equívocos que podem inviabilizar um programa que vem dando certo.”

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