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Fluvoxamina: para que serve, como tomar e efeitos colaterais

A Fluvoxamina é uma medicação que vem em forma de comprimidos e em forma de cápsulas de libertação prolongada para uso oral.

Fluvoxamina: para que serve, como tomar e efeitos colaterais
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A Fluvoxamina é um antidepressivo seletivo de inibidores da recaptação da serotonina (ISRS), aumentando, com isso, a quantidade dessa substância no cérebro. Esse é o princípio do tratamento do transtorno obsessivo compulsivo (TOC) e do transtorno de ansiedade social (fobia social). O aumento da serotonina ajuda a manter o equilíbrio mental.

Como usar Fluvoxamina

A Fluvoxamina é uma medicação que vem em forma de comprimidos e em forma de cápsulas de libertação prolongada para uso oral. O comprimido geralmente é tomado uma vez por dia na hora de dormir ou duas vezes ao dia, uma pela manhã e outro na hora de deitar. A dosagem pode ser alterada pelo médico durante o tratamento, mas nunca aumentando mais que uma vez por semana, dependendo da eficácia dele e dos efeitos colaterais que experimenta. O uso não deve ser parado antes do tempo porque pode causar abstinência, irritabilidade, agitação e tontura.

Contraindicações

A FDA classifica os medicamentos com base na segurança para uso durante a gravidez. Existem cinco categorias, A, B, C, D e X, que são usadas para classificar os possíveis riscos para o feto. A Fluvoxamina cai na categoria C. Estudos em animais mostraram problemas nas crias após a fêmea tomar o medicamento. Em humanos não forma realizados estudos bem controlados, portanto, não existe uma certeza de seus danos. O melhor é evitar. Nas lactantes é contraindicado por já ter sido detectado a substância no leite materno.

Efeitos Colaterais

Os efeitos colaterais do uso da Fluvoxamina são diferentes em adultos e crianças. Os que aparecem em adultos também podem aparecer em crianças, mas existem alguns específicos nos pequenos. Náusea, sonolência, tontura, ansiedade, dificuldade de dormir, tremedeira, fome, boca seca, diarreia, dor muscular e mau humor costumam aparecer em adultos. Já hiperatividade, agitação, depressão, gases e erupções cutâneas podem ser sentidos em crianças. Existem outros sintomas mais graves que devem ser avisados ao médico como tentativa de suicídio, impulsos perigosos, comportamento agressivo ou violento, depressão, ansiedade, ataques de pânico, agitação, inquietação, raiva, irritabilidade e problemas para dormir.

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