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Fibromialgia: laser e ultrassom conjugados combatem dores da doença

Um avanço da tecnologia ajuda os pacientes que sofrem de fibromialgia.

Os pesquisadores do Instituto de Física da USP em São Carlos, São Paulo conseguiram desenvolver uma nova tecnologia considerada promissora e revolucionária na luta contra a fibromialgia, enfermidade altamente debilitante.

Graças a técnica, os pacientes podem terem suas dores combatidas com mais facilidade. A técnica consiste na conjugação do laser e do ultrassom, usador normalmente como terapias independentes.

Com um teste feito inicialmente, foi confirmado pelos pesquisadores da equipe o desaparecimento de dores que estavam acometendo ao menos quinze regiões do corpo de uma voluntária que sofre da condição.

A grande novidade é a aplicação. Ao invés de feita nos pontos de dor, os tratamentos óptico e acústicos são aplicados nas palmas das mãos.

Fibromialgia: laser e ultrassom ajudam pacientes

O Fibromialgia é uma doença que só pode ser diagnosticada após serem descartadas as possibilidades de osteoartrite, lúpus, gota e psoríase sistêmica.

Estas doenças citadas causam dores semelhantes e tem um quadro aparentemente parecido, quem explica é o professor Antônio Eduardo de Aquino.

A fibromialgia pode ser tratada pelos enfermos por meio de exercícios físicos tradicionais e de hidroterapia, além de reeducação alimentar e também de acompanhamento psicológico.

De acordo com Aquino, os pacientes não conseguem muitas vezes começar a fazerem os exercícios por conta das crises muito agudas de dor.

Os sintomas podem ser combatidos com o uso de medicamentos considerados pesados, pois relaxam os músculos e amenizam as dores.

É normal que pessoas com esta condição usem analgésicos e remédios para ansiedade ou depressão.

As aplicações de ultrassom e laser são outra alternativa, elas são feitas por meio de pontos de gatilho. A aplicação na palma das mãos é uma descoberta recente, isso porque os pacientes que convivem com a doença contam com mais células sensoriais.

Após dez sessões, a voluntária observou uma melhora significativa. Foram três minutos em cada palma, reduzindo dores do nível nove para o nível zero, um sucesso.

 

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