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Febre amarela: Parque Independência é fechado

A unidade no Ipiranga ficará interditada por trinta dias, um sagui foi encontrado morto.

Febre amarela: Parque Independência é fechado
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Febre Amarela: Em São Paulo, a Prefeitura Municipal decidiu fechar o Parque Independência, na Zona Sul da Capital, o local deixou de atender ao público na terça-feira (27).

O motivo foi um sagui ter sido encontrado morto infectado pelo vírus da febre amarela. A unidade ficará em interdição por 30 dias.

De acordo com a gestão de João Dória, essa medida foi tomada para que haja uma maior cobertura vacinal dos moradores no entorno.

De acordo com a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, o vírus continua circulando “pela copa das árvores”. A imunização é a única forma de se proteger contra a doença.

A secretaria de saúde de São Paulo deverá intensificar a campanha para a vacinação dos cidadãos do bairro.

Além do Parque Independência, também foram fechadas outras 28 unidades municipais por conta da enfermidade.

Porém, a prefeitura pretende reabrir 27 delas, nas zonas norte e sul da capital o quanto antes. O parque do Carmo, localizado em Itaquera, zona leste, não tem previsão para a reabertura.

São Paulo na luta contra a Febre Amarela

Desde o mês passado, a cidade de São Paulo começou a oferecer doses da vacina em todas as unidades de saúde da capital.

A nova fase dessa campanha de vacinação seguirá até o dia 30 de maio. A ação se deu principalmente após oito casos da doença terem sido registrados com quatro mortes entre julho de 2017 e 26 de março de 2018.

Em todo o estado, foram contabilizadas 136 mortes e uma alta de apenas 8,8% dos infectados. Homens com cerca de 42 anos são a maioria das vítimas da doença.

Dois argentinos que visitaram o Brasil durante o verão morreram por febre amarela após voltarem ao país natal, a informação foi confirmada pelo Ministério da Saúde argentino.

A grande procura dos pacientes pela vacina contra a doença durou pouco. Em janeiro, as longas filas eram o principal problema enfrentados nos postos.

Mas a adesão caiu e os agentes de saúde passaram a buscar moradores de casa em casa para aplicar as doses.

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