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Exercícios físicos podem te ajudar a vencer a depressão

A busca por vencer a depressão ganha um novo aliado, o exercício físico.

Exercícios físicos podem te ajudar a vencer a depressão
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De acordo com estudo feito pelo Ibope recentemente, 55% das brasileiras buscam por alternativas para acabar com sintomas ligados à depressão.

Considerada uma epidemia, a doença que é crônica chega a aumentar em 40% o consumo de medicamentos pelos pacientes.

Existem mais de 130 tipos de antidepressivos comercializados no Brasil mediante receita médica. Porém, existem soluções simples e saudáveis que ajudam na redução dos sintomas da doença conhecida como o mal do século.

Os exercícios físicos já se mostraram muito eficazes na hora de ajudar pessoas que passam por esse problema. Mulheres e homens em todo o mundo constaram melhora nos sintomas após incluir exercícios físicos em suas rotinas.

Atualmente 340 milhões de pessoas convivem com a doença, de acordo com dados divulgados pelo Preventive Medicine, que conta com pesquisadores na Austrália, revelaram que os cuidados com o bem estar físico deixam de ser vaidade e se tornam importantes no tratamento para o término dos sintomas da doença e também no aumento da qualidade de vida do indivíduo que se vê preso com essa terrível doença em sua mente.

Exercício físico: seu aliado contra a depressão

O exercício físico é um verdadeiro elemento no tratamento da depressão. A sensação de bem estar proporcionada pela atividade física ameniza o estresse do corpo e da mente.

De acordo com a professora Keli Alencar, responsável por aulas de Educação Física na Rede Contours de Brasília com especialidade na academia para mulheres, a endorfina provoca a sensação de prazer e a mulher chega a ficar mais sociável.

A segurança que vem com isso ajudar a ganhar uma qualidade de vida maior.

“O exercício é capaz de promover a psicossocialização e a ativação de substâncias no cérebro, como a endorfina e endocanabinóides, que podem provocar euforia imediata e redução da percepção da dor”, afirma o médico neurologista e diretor do Instituto do Cérebro de Brasília, Dr. Ricardo Teixeira.

O acompanhamento médico de quem tem a doença é extremamente necessário.

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