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Estudo revela que anti-inflamatório pode auxiliar no tratamento do Alzheimer

Testes realizados ainda não são satisfatórios para iniciar tratamento com Ibuprofeno, por exemplo.

Estudo revela que anti-inflamatório pode auxiliar no tratamento do Alzheimer
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O consumo de um conhecido anti-inflamatório foi classificado, por um relatório publicado pelo Journal of Alzheimer’s Disease, uma forma de adiar os sintomas e ainda reduzir a gravidade do Alzheimer.

Considerando que os métodos atuais de prevenção da doença de Alzheimer são experimentais, a notícia de que anti-inflamatórios como o Ibuprofeno podem trazer benefícios para os pacientes soa como uma ótima notícia.

Segundo os cientistas Edith e Patrick McGeer da Aurin Biotech responsáveis pelo estudo, em uma investigação realizada no ano de 2016, eles conseguiram desenvolveram um simples teste de saliva que pode diagnosticar o Alzheimer.

Após medirem a quantidade de uma proteína, a beta-amiloide, que quando acumulada criam no cérebro uma espécie de fibra tóxicas para o tecido cerebral, verificou-se que quando administrado um anti-inflamatório como ibuprofeno esse acumulo é parcialmente dissipado. Porém o teste foi realizado em um número pequeno de pessoas.

Embora o teste de saliva seja simples, a pesquisa está em estágio inicial e precisa de muito mais investigação antes de ser considerada totalmente eficaz, segundo informou ao Science Media Center a diretora de pesquisa da Alzheimer’s Research UK, Carol Routledge.

Remédio não pode ser consumido diariamente

Usado normalmente no dia a dia para diminuir dor nas costas, dor de cabeça, entre outras desconfortos, o ibuprofeno usado a longo prazo, pode aumentar o risco de outros problemas de saúde e atualmente não há evidências suficientes de que eles são eficazes ou seguros para prevenir a doença de Alzheimer.

Há relatos médicos de que o ibuprofeno pode causar mudanças no sistema imunológico ocasionando  falta de ar e erupções na pele, dificuldades gastrointestinais, flatulência e constipação.

Também há informações científicas de que este medicamento pode aumentar o risco de infarto em 51%, afetar a fertilidade masculina e até afetar a audição.

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