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Desejo sexual pode ser afetado por incontinência urinária

Pesquisa ligou um problema de saúde a outro.

Desejo sexual pode ser afetado por incontinência urinária
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A eliminação do líquido úrico de forma involuntária, conhecido popularmente como incontinência urinária traz muitos problemas para a vida do indivíduos, como situações constrangedoras, baixa autoestima e também redução de sua saúde sexual.

De acordo com um estudo publicado no dia 2 de abril deste ano, as mulheres com incontinência urinária possuem um declínio natural em situações sexuais após apresentarem casos de incontinência urinária.

E o problema não é só psicológico, elas expressaram declínios de excitação e também frequência de atividade sexual ou capacidade de ficarem excitadas. As mulheres estudadas demonstraram preocupação em relação a isto.

Os homens que passam por este problema também demonstraram um declínio no desejo sexual: dificuldade de ereção problemas com orgasmos.

O estudo foi feito com cerca de 3,8 mil pessoas e foi produzido pelo Estudo Longitudinal de Envelhecimento Inglês.

Esta pesquisa faz parte do painel representativo da população britânica sobre o envelhecimento, aposentadoria e saúde dos homens e mulheres.

De acordo com os resultados, 20% das mulheres e 7% dos homens relataram sofrer de incontinência urinária nos últimos doze meses.

Incontinência urinária é problema para população

O problema acontece independente da idade mas apresenta maior frequência em mulheres principalmente por conta da anatomia corporal, procedimentos ginecológicos e o parto.

Segundo o autor do estudo, David Lee, a incontinência é um problema e seu tratamento é um verdadeiro tabu para a sociedade.

“Nossas descobertas destacam as fortes ligações entre a incontinência urinária e uma série de resultados negativos em relação à saúde sexual. Tanto a incontinência urinária quanto a sexualidade na terceira idade continuam sendo tabus na sociedade e provavelmente serão subnotificados como problemas de saúde coexistentes”, disse Lee.

Segundo pesquisa realizada pelos cientistas da Universidade Waterloo, Canadá, a pesquisa sugere que as mulheres que veem seus desejos como variáveis e se consideram propensas a ter problemas com ele são menos predispostas se ignorar ou evitar o problema sexual.

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