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Colesterol cerebral é associado ao aumento de risco do Alzheimer

Cientistas descobriram um novo detalhe que pode mudar os rumos dos tratamentos contra Alzheimer.

Colesterol cerebral é associado ao aumento de risco do Alzheimer
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Você sabe que aqui no Jornal da Saúde você não perde nenhuma informação sobre as novidades relacionadas ao seu bem estar! E nós estamos noticiando uma nova pesquisa, que mostrou que o colesterol é uma molécula que tem papel importante no surgimento e na progressão do mal de Alzheimer.

O colesterol já é relacionado a doenças cardiovasculares e possui uma verdadeiro papel de coadjuvante no problema cerebral normalmente relacionado a idade dos pacientes.

De acordo com a equipe da Universidade de Cambridge, que ficou responsável pelo estudo, foi provado que o colesterol age no cérebro como um catalisador responsável por formar grupos tóxicos da proteína beta amiloide, responsável por atuar no desenvolvimento do Alzheimer.

Os resultados do estudo foram publicados na revista Nature Chemistry. Este estudo tem como grande avanço um novo passo em relação a um possível tratamento para a doença, verdadeiro mal que afeta milhões ao redor do mundo.

Alzheimer tem novo culpado definido: colesterol

Os pesquisadores descobriram que o colesterol é um dos componentes principais das paredes celulares do neurônio humano e pode ser causador da agregação de moléculas beta-amiloides.

A agregação acaba levando a formação de placas amiloides em uma reação tóxica em cadeia que mata as células do cérebro.

Mesmo conhecendo a ligação entre o colesterol e a beta-amiloide, os pesquisadores ainda não sabem como a amiloide começa seu processo no cérebro, já que sua presença normal no cérebro é em níveis baixos.

A descoberta foi feita usando a abordagem cinética desenvolvida pelos pesquisadores na última década pela equipe inglesa com os seus colaboradores de Lund, na Suécia.

Conforme a pessoa envelhece, os transportadores de proteína, assim como outras propriedades que controlam o equilíbrio, os inibidores do colesterol se tornam menos eficazes.

A homeostase da amiloide beta e várias outras proteínas do cérebro são quebradas. Após conseguir identificar a ligação entra a beta-amiloide e o colesterol, será possível fazer a projeção de produtos terapêuticos que possam ajudar a manter a homeostase da beta-amiloide no cérebro.

 

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