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Casos de febre amarela sobe em cidades paulistanas

Em um ano, registros de febre amarela quadriplicaram em apenas um ano

Casos de febre amarela sobe em cidades paulistanas
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Comparado ao ano de 2017, o número de cidades no Estado de São Paulo com registro de febre amarela quadruplicou em relação ao mesmo período deste ano.

Segundo informações divulgadas da Secretária da Saúde do Estado, desde o início deste ano até a última segunda-feira,26, foram registrados 372 casos de pessoas que se contaminaram no próprio município ou bairro. Em 2017, até dezembro, esse número era de 24 pessoas.

As mortes causadas no mesmo período também sofreram alterações. Em dezembro do ano passado foram oito mortes, agora os casos de óbitos já chegaram a 134. Porém, ainda há 33 mortes que estão sendo investigadas.

O levantamento da Secretária ainda indica que antes, a febre amarela se limitava a região norte do Estado, seguindo até Campinas. Agora já existem casos da doença em todo o Estado, como em São José dos Campos, Itanhaém, Vale do Ribeira, Igaratá, Juquiá, Miracatu inclusive casos de óbito na capital e região do grande ABC.

A diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretária do Estado de São Paulo, Regiane Cardoso de Paula, informou que três cidades próximas da capital reúnem praticamente a metade do número de mortes pela febre amarela. Em Nazaré Paulista foram nove, Atibaia 15 e Mairiporã 40 mortes por conta da febre amarela.

Sobre a febre amarela

A febre amarela é uma doença infecciosa e é causada por um vírus que é transmitido pela picada dos mosquitos infectados. Não há transmissão direta de pessoa a pessoa. A vacina é a principal forma para prevenir e controlar a doença.

O tratamento após resultado positivo da doença é realizado por meio da internação do paciente que deve ficar em repouso, repor líquidos e sangue quando indicado. Em situações mais graves da doença, o paciente deve ser encaminhado para a Unidade de Terapia Intensiva, para reduzir as complicações que podem levar ao óbito

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