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Biossensor de câncer de pâncreas poderá chegar às farmácias

O objetivo do projeto é possibilitar a identificação da doença no início e o efeito do seu tratamento.

Biossensor de câncer de pâncreas poderá chegar às farmácias
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O objetivo do projeto é possibilitar a identificação da doença no início e o efeito do seu tratamento.

Em 2018, o Prêmio Capes de Teses evidenciou uma pesquisa que visa a detecção inicial de câncer de pâncreas por meio de biossensores.

Este é um trabalho de anos de pesquisa, na qual se iniciou com a detecção de câncer de mama nos primeiros estágios da doença. Posteriormente o estudo foi direcionado ao câncer de pâncreas, devido à alta taxa de mortalidade (atinge 99% dos casos), devido ao seu diagnóstico tardio.

Como funcionam os biossensores

Empregando a nanotecnologia, certamente este estudo diminuirá custos de sensores e o tempo de identificação da doença.

O biossensor é composto por camadas nanométricas de materiais poliméricos. Estes materiais preservam a atividade das biomoléculas estudadas. E, por sua vez, estas biomoléculas relacionam com anticorpos, liberando um sinal elétrico.

Propósito do estudo

O objetivo deste estudo é a disponibilidade em farmácias, assim como os testes de glicose. Ademais, possibilitará a identificação da doença em fases iniciais e o acompanhamento do sucesso do tratamento.

Contudo, o projeto carece de financiamento e necessita dois ou três anos para aperfeiçoamentos. Até o momento a tecnologia é utilizada no Hospital do Câncer de Barretos.

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