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Apneia: o que é, quais as causas, sintomas e tratamento

Na apneia do sono, por exemplo, esse bloqueio no fluxo de ar acaba diminuindo a oxigenação do sangue.

Apneia é uma condição caracterizada pela obstrução de fluxo de ar para as vias aéreas do pulmão.

Trata-se de um bloqueio respiratório que ocorre principalmente durante o sono (apneia do sono) e pode interromper o processo involuntário da respiração do indivíduo.

Para algumas pessoas, o relaxamento agudo no músculo da faringe pode ser um fator que contribui com a apneia.

Na apneia do sono, por exemplo, esse bloqueio no fluxo de ar acaba diminuindo a oxigenação do sangue, o que faz com que a pessoa acorde no meio da noite, já que a defesa do corpo responde a essa falta de oxigenação sanguínea.

Os roncos também podem fazer parte dessa condição. Porém, quando acontecem as apneias, esses roncos cessam por causa do bloqueio de oxigênio no organismo.

E o resultado disso é uma má qualidade no sono, já que o ciclo pode se repetir fazendo a pessoa despertar diversas vezes em uma só noite.

Principais causas da apneia:

Algumas das principais causas associadas a fatores da anatomia do corpo:

E estes fatores da anatomia são:

  • Aumento de adenoides ou inflamações nas amígdalas
  • Obstrução nas vias nasais (causada geralmente por rinite alérgica, desvio de septo, ou pólipos nasais)
  • Estrutura da face (queixo para trás o que acaba levando a língua para garganta).

Fatores de risco da apneia:

Existem alguns fatores de risco da apneia que podem agravar a condição:

  • Ser do sexo masculino: Homens tem 2 vezes mais chances de ter apneia do que mulheres;
  • Idade: Ainda que a apneia possa se manifestar em qualquer idade, a partir dos 40 é mais comum
  • Doenças associadas à obesidade: Por exemplo, colesterol alto, que causa hipertensão, pode ser um fator de risco gravíssimo para a apneia
  • Consumo de álcool: Ingerir bebidas alcoólicas antes de dormir ajuda a agravar a apneia;
  • Hábito de fumar: o cigarro prejudica o funcionamento das vias respiratórias e pode ser um fator de alto risco para a apneia

Diagnóstico de apneia

A apneia, principalmente a apneia do sono, somente poderá ser diagnosticada por meio de um exame específico, cujo nome é polissonografia.

De modo que esse exame evoluiu de maneira significativa, hoje em dia, os aparelhos para realizar o exame são disponibilizados na própria residência do paciente.

Em casos mais específicos, o médico poderá solicitar um exame em um laboratório de sono.

Caso houver uma suspeita de apneia central, o médico então poderá solicitar uma ressonância magnética.

Esse exame é realizado através de ondas de rádio que oferecem detalhes das estruturas internas, e podem detectar também algumas anormalidades na medula espinhal.

Tratamento para apneia do sono

De modo que esse tipo de apneia é o mais comum, vamos falar sobre os tratamentos da apneia do sono.

Em casos menos graves, alguns pacientes são orientados ao uso de aparelhos odontológicos na boca durante o sono para posicionar melhor a mandíbula e não bloquear o fluxo de oxigênio.

Em casos considerados de moderados a graves, pode ser necessário utilizar uma máscara de pressão positiva contínua no fluxo de ar.

Esse aparelho melhora o fluxo aérea para as vias respiratórias, mantendo-as abertas.

Em casos mais graves, talvez o paciente tenha que se submeter a uma intervenção cirúrgica.

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