O Jornal da Saúde é um site de portal de notícias online com o objetivo de trazer assuntos relacionados sobre saúde e bem estar.

Anticorpos monoclonais podem reduzir de desenvolvimento do Parkinson

Anticorpos monoclonais podem reduzir de desenvolvimento do Parkinson
5 (100%) 1 voto Gostou Do Artigo?Deixe Seu Voto

De acordo com estudo realizado recentemente por pesquisadores da Escola e Medicina no Monte Sinai em Nova York, Estados Unidos, existe ligação entre a doença inflamatória intestinal e doença de Parkinson.

O tratamento da enfermidade intestinal pode acabar prevenindo a doença de Parkinson. O trabalho foi publicado pela JAMA Neurology e prova que 28% das pessoas que possuem essa doença no intestino tem mais chances de desenvolver Parkinson.

Porém, se forem tratados com a Terapia de Fator de Necrose Anti-Tumoral Alfa, anticorpo monoclonal usado para controlar inflamação em pacientes com problemas intestinal, o risco de desenvolvimento do Parkinson é bem menor, além de redução na média da população mundial.

Esta novidade ajuda a detectar o risco do Parkinson nos pacientes, já que o início da IBD, que precede os sintomas do Mal. Além disso, haverá o uso do anti-TNF-alfa para evitar o Parkinson em pessoas com riscos.

Novidade promete reduzir efeitos do Parkinson

Mesmo havendo conexões genéricas entre doença intestinal e a doença degenarativa, as evidências clínicas não são muitas. Os autores do estudo identificaram um número de variantes genéticas responsáveis pelo aumento do risco de Parkinson, doença de Chron e uma redução de risco de ambas, o que levou ao estudo detalhado sobre a medicação.

A equipe do Monte Sinai conseguiu registrar uma redução de 78% de incidência do Mal nos pacientes com doença intestinal que foram tratados com o anti-TNFalfa.

Com isso, não seria necessário o remédio passar pela barreira sanguínea cerebral para prevenir ou tratar uma doença no sistema nervoso central.

Este problema é uma das doenças que degeneram o cérebro que afeta entre 1 e 2% das pessoas acima de 60 e atualmente, as terapias estão focadas na melhoria dos sintomas, porém estas novas descobertas focam nas perspectivas futuras para a redução da inflamação sistêmica, ajudando a tratar e até prevenir esta doença.

 

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.