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Risperidona: para que serve, bula e informações

Saiba mais detalhes sobre esta medicação antes de adquirí-la em uma farmácia.

Risperidona: para que serve, bula e informações
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A Risperidona é uma medicação utilizada pelos médicos para tratar os seus pacientes que sofrem de esquizofrenia, bipolaridade e outros distúrbios mentais e psicóticos.

Alucinações delírios, falta de confiança em excesso, isolamento social e instabilidade emocional também são tratados com esta medicação.

O fármaco risperidona pode ser utilizado também para tratar de pessoas que sofrem de demência ou de manias, alterações de humor, mudanças de autoestima e comportamentos agressivos.

Este remédio controla os sintomas que são enfrentados pelos esquizofrênicos, pacientes que sofrem de bipolaridade e outros problemas mentais que podem retirar-lhes a chance de ter uma vida regular.

A Risperidona consegue controlar as emoções despertadas pelas doenças citadas, auxiliando na redução da ansiedade, alucinações, confusão, tensão, audição de vozes inexistentes e outros.

Em casos específicos, este remédio pode ser utilizado durante toda a vida do paciente e ajuda a acabar com crises e evitando recaídas, oferecendo uma qualidade de vida melhor.

Mais detalhes sobre a risperidona

Somente um médico competente poderá lhe recomendar de forma responsável a quantidade, horário e outras indicações para que o tratamento seja feito e tenha o resultado esperado.

O medicamento não pode ser tomado por quem tem alergia a risperidona, menores de 15 anos, mulheres que estão amamentando ou grávidas. O médico sempre precisa ser informado em casos assim.

Entre seus efeitos colaterais aparecem a agitação, ansiedade, insônia, cansaço, falta de foco em tarefas complexas, dores musculares, dores abdominais, mudanças na respiração, suor excessivo, febre alta, baixa capacidade de vigilância.

Este medicamento pode levar ao ganho de peso, por isso, é indicado que a alimentação seja modificada e os exercícios físicos comecem a fazer parte da rotina.

O medicamento não é indicado para idosos maiores de 65 anos, porém, somente o médico poderá analisar o caso e oferecer um tratamento personalizado para cada caso.

A superdosagem deve ser evitada sempre. Buscar o médico imediatamente é o mais indicado em casos acidentais. O paciente demonstrará redução da consciência, contração, tremor, sonolência e rigidez muscular.

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