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Diane 35: é anticoncepcional? Saiba mais detalhes

Confira informações detalhadas sobre o remédio Diane 35.

Diane 35: é anticoncepcional? Saiba mais detalhes
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Uma das pílulas anticoncepcionais mais vendidas do Brasil, o Diane 35 é possui propriedades que precisam ser conhecidas antes de você começar a tomá-lo!

Cada comprimido desta medicação pode ser encontrado na coloração bege, redondo, biconvexo e revestido de açúcar, contendo acetato de ciproterona e etinilestradiol.

A ciproterona é um medicamento que faz parte dos antiandrogênicos e o etinilestradiol é do grupo de medicamentos estrogênios.

Esta medicação serve para prevenir gravidez e seu índice de erro é de apenas 1% ao ano, se a paciente fizer o tratamento conforme previsto na bula.

Você pode tomar esta medicação para tratar de doenças relacionadas ao excesso de hormônios andrógenos na mulher.

Ele deve ser utilizado pela paciente como o prioritário no tratamento hormonal. Seu uso como contraceptivo somente não é recomendado.

O fármaco ainda auxilia no tratamento contra as espinhas, cravos, acnes, seborreia, excesso de crescimento dos pelos corporais, pele oleosa, infecções no útero, dor crônica na pélvis.

Hemorragias menstruais, síndrome dos ovários policísticos doença fibrocística da mama e prevenção de câncer do endométrio.

Diane 35: mais detalhes importantes

Este medicamento precisa ser usado de forma diária, seguindo todas as instruções da bula para manter a sua eficácia a mais plena possível.

A medicação deve ser tomada sempre em ciclos de 28 dias: cada um deve ser tomado durante 21 dias e um intervalo de sete dias sem fazer o uso do mesmo.

É necessário que a usuária tome sempre no mesmo horário todos os dias. Seu tratamento é geralmente iniciado no primeiro dia da menstruação.

Quanto à sua eficácia, muitas vezes são necessários vários meses de tratamento para qualquer diferença ser notada.

Entre as suas contraindicações aparecem trombose, embolia pulmonar, enxaquecas crônicas, amamentação, suspeita de gravidez, amamentação, menopausa, insuficiência nos rins ou hepática.

Entre os os efeitos colaterais, os comuns são náuseas, dores de cabeça, depressão, aumento de peso e dores nas mamas.

Os menos comuns são vômitos, diarreia, retenção de líquido, alergias e redução da libido. Os raros são trombose, redução de peso, aumento de apetite sexual e secreção pela vagina e mamas.

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