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Novo medicamento para tratamento da esclerose múltipla é aprovado pela ANVISA

Novo medicamento para tratamento da esclerose múltipla é aprovado pela ANVISA
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Foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), um novo medicamento para tratamento da esclerose múltipla no Brasil.

O medicamento é um anticorpo identificado como monoclonal ocrelizumabe, vendido comercialmente como OCREVUS.

O remédio foi registrado pela Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A. Segundo a ANVISA, este anticorpo é responsável por identificar e eliminar os linfócitos B específicos.

Esse processo ajuda a reduzir a inflamação e os ataques na bainha de mielina. Além disso, usar este medicamento reduz a probabilidade de acontecerem surtos e também atrasa o progresso da doença.

O remédio foi aprovado e registrado como indicação para tratamento de pacientes com as formas recorrentes de esclerose múltipla e esclerose múltipla progressiva primária.

O que é esclerose múltipla

A esclerose múltipla é uma doença neurológica, crônica e autoimune: as células de defesa passam a atacar o próprio sistema nervoso, provocando lesões no cérebro e medula.

Ainda não se sabe a causa da doença, mas já existem muitos estudos que tem possibilitado evolução na qualidade de vida dos pacientes.

Normalmente, que sofre de esclerose tem entre 20 e 40 anos, normalmente mulheres. A doença não possui cura e conta com vários sintomas.

Entre eles, fadiga intensa, depressão, fraqueza muscular, alteração do equilíbrio, perda de coordenação motora, dores nas articulações além de disfunções intestinais e também da bexiga.

De acordo com a ABEM (Associação Brasileira de Esclerose Múltipla), estimativas apontam que 35 mil brasileiros possuem Escleros Múltipla. Existe ainda um alerta feito pelos médicos de que essa é uma doença física e não mental. Não é contagiosa, não tem como ser prevenida.

A perda da mielina (substância responsável pelos impulsos nervosos nos neurônios levam à interferência da transmissão, fazendo com que os sintomas da doença sejam observados.

A mielina está presente em todo o sistema nervoso central, assim, qualquer região do cérebro pode ser acometida pela doença.

Para conhecer a ABEM, acesse o site e confira mais detalhes sobre essa doença.

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